Performance de Luísa Mell na COP30 é alvo de críticas e comparações

revistadanz
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A ativista Luísa Mell protagonizou uma das cenas mais comentadas da COP30, em Belém (PA), nesta quinta-feira (07). Em parceria com a ONG PETA, ela realizou um protesto performático onde teve seu corpo pintado como o planeta Terra e deitou-se em um prato gigante, com um garfo “ensanguentado” cenográfico, criticando o consumo de carne.

A faixa “Comer animais alimenta o fogo. Por favor, vire vegano” acompanhava o ato. Mell buscou criticar a pecuária como causa de desmatamento e questionou o cardápio do próprio evento: “Enquanto eles discutem soluções para o planeta, eles vão comer os animais”, disse.

Repercussão e comparações

Consciente da repercussão, Luísa Mell se adiantou às críticas: “Vão falar que é para aparecer, é para aparecer a causa. Tenho um filho de 10 anos, estou aqui por ele.”

No entanto, o ato não foi unanimidade e gerou intenso debate nas redes sociais. O nome da ativista foi parar nos assuntos mais comentados, mas dividiu opiniões. Enquanto muitos defenderam a urgência da mensagem, diversos internautas criticaram a metodologia, classificando-a como “apelativa”.

A polêmica se intensificou quando usuários começaram a fazer comparações entre a performance de Luísa Mell e as recentes polêmicas envolvendo a produtora de conteúdo adulto Andressa Urach. A comparação entre as duas rapidamente viralizou, tornando-se um dos principais focos da discussão online sobre o protesto.

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